sexta-feira, 29 de julho de 2011

ARRAIGADOS EN CRISTO.



Los jóvenes están llamados a construir su vida de tal modo como se construye una casa. Pero a menudo la sociedad postmoderna produce personalidades carentes de una identidad humana y cristiana clara y fuerte. Tantas personas no tienen raíz: no saben de dónde provienen ni a dónde van. ¿Qué podemos hacer para construir la propia vida en el contexto actual, marcado por la “dictadura del relativismo”, por la confusión de las personas que no saben distinguir entre el bien y el mal, entre lo verdadero y lo falso? Cristo nos invita a construir nuestra vida con Él, sobre fundamentos sólidos. Por ello, los jóvenes están llamados a comenzar una relación con Él. «No se comienza a ser cristiano por una decisión ética o una gran idea, sino por el encuentro con un acontecimiento, con una Persona, que da un nuevo horizonte a la vida y, con ello, una orientación decisiva» (Benedicto XVI, Deus Caritas Est, 1). Ser cristianos quiere decir estar “injertados” en Cristo como los sarmientos a la vid: «Separados de mí no podéis hacer nada» (Jn 15, 5).
¿Quién es Cristo para nosotros?
Él es el Dios hecho hombre, el Emmanuel, es decir “Dios con nosotros”. En la Encarnación, Dios se hace presente y cercano a nosotros: Cristo manifiesta el Amor de Dios Padre, que interviene en la vida del hombre (Cf. CIC 456-463).
En su grande misericordia, Jesús nos hace entrar en su amistad (Cf. Jn 15, 14-15). Porque es el Salvador, que nos libra del pecado y la muerte, Cristo es «el camino, la verdad y la vida» (Jn 14, 6). Él «manifiesta plenamente el hombre al propio hombre y le descubre la sublimidad de su vocación» (Gaudium et Spes, 22). Jesucristo es la respuesta de Dios a las grandes aspiraciones del hombre.
Acoger a Cristo como raíz y fundamento de nuestra vida significa tomar en serio nuestro bautismo: Cristo ha sellado una alianza con nosotros. Él nos invita a vivir con Él todas las circunstancias de nuestra vida y nos llama a ser santos. La santidad es la plenitud de la vida en Cristo.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Carlos Drummond de Andrade (1902-1987)



Casa arrumada é assim:
Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa
entrada de luz.
Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um
cenário de novela.
Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os
móveis, afofando as almofadas...
Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo:
Aqui tem vida...
Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras
e os enfeites brincam de trocar de lugar.
Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições
fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha.
Sofá sem mancha?
Tapete sem fio puxado?
Mesa sem marca de copo?
Tá na cara que é casa sem festa.
E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.
Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde.
Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante,
passaporte e vela de aniversário, tudo junto...
Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda.
A que está sempre pronta pros amigos, filhos...
Netos, pros vizinhos...
E nos quartos, se possível, tem lençóis revirados por gente que brinca
ou namora a qualquer hora do dia.
Casa com vida é aquela que a gente arruma pra ficar com a cara da gente.
Arrume a sua casa todos os dias...
Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela...
E reconhecer nela o seu lugar.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Missionárias Seculares Scalabrinianas, parabéns!

O carisma scalabriniano cria raízes, expande-se e, no decorrer do século XX, abre-se para todo tipo de migração e de mobilidade humana. Até que, em 25 de julho de 1961, ocorre a fundação do Instituto das Missionárias Seculares Scalabrinianas, as quais, neste ano de 2011, celebram seu Jubileu de Ouro. Como expressa a própria denominação, são missionárias inseridas no meio secular, vivendo aí o carisma e a espiritualidade scalabriniana. Junto com os padres, irmãs e leigos/as, contribuem não apenas para os serviços de acolhida aos migrantes nas mais diferentes situações, mas de forma muito singular na vivência e aprofundamento de uma mística que se engendra “sulle strade dell’esodo”.

O Instituto Secular Scalabriniano, ademais de fazer uma ponte entre a Igreja e o Mundo, o ambiente eclesial e a sociedade, trazem sangue novo à Família Scalabriniana que, a cada momento, e seguindo os caminhos dos migrantes, procura renovar sua ação pastoral; trazem também um novo oxigênio, sopro do Espírito, que continuamente transforma as estruturas da Igreja; e trazem, ainda, uma juventude primaveril, diante de uma civilização que caminha a passos largos para o outono. No mundo do trabalho, na universidade, junto aos jovens e em diversos outros ambientes seculares, apresentam-se como sinais da intuição de Scalabrini e do Evangelho em meio aos sonhos, lutas e contradições da mobilidade humana.

Por tudo isso, nosso profundo agradecimento às Missionárias Seculares Scalabrinianas por sua existência, sua presença e seu testemunho, às vezes discreto e silencioso, mas não menos marcante e incisivo. Com um pé no mundo dos migrantes e outro na Palavra de Deus nos ajudam a tornar mais vivas a intuição e o carisma, a vida e a obra, as palavras e a força criadora do Fundador. Sim, queridas Missionárias Seculares Scalabrinianas, nosso muito obrigado e nossos sinceros parabéns pelos 50 anos de amor e doação.

Texto de Alfredo J. Gonçalves, CS

quinta-feira, 21 de julho de 2011

JUVENTUDES

Amigos e amigas

Amigo é um Anjo que está sempre ao nosso lado mesmo que na distância.

É aquele que compartilha nossas alegrias e minimiza nossas tristezas.

É aquele que se cala nas horas certas e dentro desse silêncio nos diz tudo...

É aquele que nos aceita, não pelo que temos mas pelo que somos!

Amigo verdadeiro é Anjo, é Paz, é Tudo.


Deus abençoe todos nossos amigos e amigas, anjos e anjas que nos protegem.



Benza Deus pelos amigos e amigas!

quinta-feira, 14 de julho de 2011

A BORBOLETA


Sou pequeno broto, sou larva neste mundo infinito
Apenas projeto previsto, sou sonho a ser alcançado
Sou pequena força, com esperança de viver
Com vontade de aprender...me faz bem sonhar

Quando estou protegido, sou submisso ao meu bem maior
Um, com um todo, sou ovo que merecia ser
Tu és o alimento da alegria, paciência... pedes a mim
Vitelo com amor, me trazes dia-a-dia

Porém me rastejo diante de pedras...
Permitistes que fossem tão grandes pedras
Nesta fase tenho esforço, enfrento os obstáculos
Vejo meu futuro, e espero meu grande tesouro!

Sou abraçada e recebo todo o amor
Lá do alto tenho o calor, e recebo o que esperava
Aguardo o meu tempo passar, pois irei me transformar
Nova criatura serei, com ânsia de viver!

Vou me soltando e abraçando meu novo ar
Pela fresta vejo o dia, por onde logo irei
Meu sonho é livremente poder voar
Sei que poderei se assim te pedirei

Enfim, minha vida se cumpriu
Vivo para mim, sou o que sou, e o que o outro não viu
Sou colorida, vejo tudo de cima
Meu Senhor, eu estive onde me quiseste
Eu fui o que sempre quis
Eu serei eternamente... feliz!
Jéssica Marzarotto

domingo, 10 de julho de 2011

PÁRABOLA DEL SEMBRADOR.


Hoy consideramos la parábola del sembrador. Tiene una fuerza y un encanto especiales porque es palabra del propio Señor Jesús.

El mensaje es claro: Dios es generoso sembrando, pero la concreción de los frutos de su siembra dependen también —y a la vez— de nuestra libre correspondencia. Que el fruto depende de la tierra donde cae es algo que la experiencia de todos los días nos lo confirma.


Por ejemplo, entre alumnos de un mismo colegio y de una misma clase, unos terminan con vocación religiosa y otros ateos. Han oído lo mismo, pero la semilla cayó en distinta tierra.

La buena tierra es nuestro corazón. En parte es cosa de la naturaleza; pero sobre todo depende de nuestra voluntad. Hay personas que prefieren disfrutar antes que ser mejores. En ellas se cumple lo de la parábola: las malas hierbas (es decir, las preocupaciones del mundo y la seducción de las riquezas) «ahogan la Palabra, y queda sin fruto» (Mt 13,22).


Pero quienes, en cambio, valoran el ser, acogen con amor la semilla de Dios y la hacen fructificar. Aunque para ello tengan que mortificarse. Ya lo dijo Cristo: «Si el grano de trigo no cae en tierra y muere, queda él solo; pero si muere, da mucho fruto» (Jn 12,24). También nos advirtió el Señor que el camino de la salvación es estrecho y angosto (cf. Mt 7,14): lo que mucho vale, mucho cuesta. Nada de valor se consigue sin esfuerzo.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Saber viver



Não sei se a vida é curta




ou longa demais pra nós




mas sei que nada do que vivemos




tem sentido se não tocarmos




o coração das pessoas.




Muitas vezes basta ser




colo que acolhe, braço que envolve,




palavra que conforta,




silêncio que respeita.




Alegria que contagia,




lágrima que corre.




Olhar que acaricia,




desejo que sacia.




Amor que promove.




E isso não é outra coisa do mundo,




é o que dá sentido a vida






é o que faz com que ela.



Não seja nem curta.



Nem longa demais.



Mas que seja intensa.



Verdadeira pura...




enquanto durar.




Cora Coralina




quinta-feira, 30 de junho de 2011

SEMINÁRIO GAÚCHO DE BÍBLIA E JUVENTUDES 2011

O Seminário gaúcho de Bíblia e Juventudes tem o objetivo de discutir realidades juvenis. É um encontro de aprofundamento do tema, e também tem caráter ecumênico. Aberto a jovens de todo o Rio Grande do Sul, o evento acontecerá nos dias 16 e 17 de julho, no Centro de Espiritualidade Padre Artur (CEPA).

Acesso para garantir sua inscrição e informações:
http://pastoraldajuventudedors.blogspot.com/2011/03/atencao-juventude-para-um-convite.html
possatojr@gmail.com e (51) 8105-3505 (com Zé Luiz).

Madre Assunta Missionária



Mulher forte, Assunta Marchetti deixou a Itália, sua terra natal, no dia 25 de outubro de 1895. Ela e mais três companheiras embarcaram num navio que saiu do Porto de Gênova rumo ao Porto de Santos –SP. A missão dessas mulheres era cuidar dos migrantes durante a viagem que durava 30 dias, davam catequese, consolavam os aflitos e anunciavam a Boa Nova de Jesus, através dos bons exemplos e dos gestos de caridade.

Elas depositavam toda confiança em Deus e, por isso, não desanimavam diante das dificuldades e das doenças da época. Aprendamos com elas a sermos fortes diante dos obstáculos que vida nos apresenta em cada dia.

O serviço missionário continua sendo difícil, mas “quando Deus quer, deve-se ir adiante, com coragem” e hoje, Deus continua chamando pessoas a dedicar-se ao serviço missionário e enchendo de sabedoria e coragem aqueles que generosamente respondem.

1º de julho

Festa de Madre Assunta Marchetti

A vida: obrigado!



Se pudéssemos ter consciência do quanto nossa vida é temporária, talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes. Muitas flores são colhidas cedo demais. Algumas, mesmo ainda em botão. Há sementes que nunca brotam e há aquelas flores que vivem a vida inteira até que, pétala por pétala, tranquilas, vividas, se entregam ao vento. Mas a gente não sabe adivinhar. A gente não sabe por quanto tempo estará enfeitando esse Éden e tampouco aquelas flores que foram plantadas ao nosso redor. E descuidamos. Cuidamos pouco. De nós, dos outros.

Nos entristecemos por coisas pequenas e perdemos minutos e horas preciosos. Perdemos dias, às vezes anos. Nos calamos quando deveríamos falar; falamos demais quando deveríamos ficar em silêncio. Não damos o abraço que tanto nossa alma pede porque algo em nós impede essa aproximação. Não damos um beijo carinhoso "porque não estamos acostumados com isso" e não dizemos que gostamos porque achamos que o outro sabe automaticamente o que sentimos.

E passa a noite e chega o dia, o sol nasce e adormece e continuamos os mesmos, fechados em nós. Reclamamos do que não temos, ou achamos que não temos suficiente. Cobramos. Dos outros. Da vida. De nós mesmos. Nos consumimos. Costumamos comparar nossas vidas com as daqueles que possuem mais que a gente. E se experimentássemos comparar com aqueles que possuem menos? Isso faria uma grande diferença! E o tempo passa...

Passamos pela vida, não vivemos. Sobrevivemos, porque não sabemos fazer outra coisa. Até que, inesperadamente, acordamos e olhamos pra trás. E então nos perguntamos: e agora?! Agora, hoje, ainda é tempo de reconstruir alguma coisa, de dar o abraço amigo, de dizer uma palavra carinhosa, de agradecer pelo que temos. Nunca se é velho demais ou jovem demais para amar, dizer uma palavra gentil ou fazer um gesto carinhoso. Não olhe para trás. O que passou, passou. O que perdemos, perdemos. Olhe para frente!

Ainda é tempo de apreciar as flores que estão inteiras ao nosso redor. Ainda é tempo de voltar-se para dentro e agradecer pela vida, que mesmo temporária, ainda está em nós.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

MADRE ASSUNTA MUJER HUMANA Y ESPIRITUAL.

"Vamos coloquémonos en las manos de Dios y hagamos su voluntad. Pensará Él por nostras. Nosotras debemos obedecer"



La historia colocó a Madre Assunta entre nuestras primeras hermanas en 1895. Y con ella, nació, creció y se afirmó el lado tierno y femenino del Carisma. La visión del fenómeno migratorio por parte de Scalabrini dio origen a la respuesta de los primeros hombres y mujeres religiosos, consagrados a Dios para estar al servicio de las migraciones.


La dimensión femenina de este servicio tuvo en Madre Assunta su humilde inicio. Ella contribuyó enormemente al crecimiento y revigoró el Instituto, fundado sobre la roca, Cristo Jesús, y que persiste activo en la historia. Su testimonio y unión con Dios están reflejados en la memoria, en los actos y virtudes heroicas de aquella Hermana MSCS que está en camino a ser reconocida, también, oficialmente, como Santa, pues sus virtudes son realmente heroicas.

Madre Assunta comprendió el mandato de Jesús y aprendió con todo su ser la práctica de este precepto. La profunda humildad le sirvió de base para un perfecto cumplimiento de los votos deperfección. Por otra parte, María Santísima se ejercitó en la santidad a través de la prácticade estas palabras: ‘He aquí la esclava del Señor, hágase en mí tu voluntad’. Madre Assunta, siguió de cerca estos modelos y allí se origina su santidad.


Que las Hermanas Misioneras Scalabrinianas sigan el camino de su cofundadora». Estas palabras son claras y no dejan ninguna duda. Podemos decir con certeza que la vida de Madre Assunta se ha desarrollado dentro de la tríada: Jesús, María y humildad. Una humildad sincera y necesaria para tener a Cristo y Su Madre como compañeros de viaje y apoyo en las luchas de la vida.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Faith in You by Cherrie Anderson





MENSAJE DEL PAPA BENEDICTO XVI
PARA LA XLVIII JORNADA MUNDIAL
DE ORACIÓN POR LAS VOCACIONES
15 DE MAYO DE 2011 – IV DOMINGO DE PASCUA
Tema: «Proponer las vocaciones en la Iglesia local»



El Señor, al comienzo de su vida pública, llamó a algunos pescadores, entregados al trabajo a orillas del lago de Galilea: «Veníos conmigo y os haré pescadores de hombres» (Mt 4, 19). Les mostró su misión mesiánica con numerosos «signos» que indicaban su amor a los hombres y el don de la misericordia del Padre; los educó con la palabra y con la vida, para que estuviesen dispuestos a ser los continuadores de su obra de salvación; finalmente, «sabiendo que había llegado la hora de pasar de este mundo al Padre» (Jn 13,1), les confió el memorial de su muerte y resurrección y, antes de ser elevado al cielo, los envió a todo el mundo con el mandato: «Id y haced discípulos de todos los pueblos» (Mt 28,19).

La propuesta que Jesús hace a quienes dice «¡Sígueme!» es ardua y exultante: los invita a entrar en su amistad, a escuchar de cerca su Palabra y a vivir con Él; les enseña la entrega total a Dios y a la difusión de su Reino según la ley del Evangelio: «Si el grano de trigo no cae en tierra y muere, queda infecundo; pero si muere, da mucho fruto» (Jn 12,24); los invita a salir de la propria voluntad cerrada en sí misma, de su idea de autorrealización, para sumergirse en otra voluntad, la de Dios, y dejarse guiar por ella; les hace vivir una fraternidad, que nace de esta disponibilidad total a Dios (cf. Mt 12, 49-50), y que llega a ser el rasgo distintivo de la comunidad de Jesús: «La señal por la que conocerán que sois discípulos míos, será que os amáis unos a otros» (Jn 13, 35).

También hoy, el seguimiento de Cristo es arduo; significa aprender a tener la mirada de Jesús, a conocerlo íntimamente, a escucharlo en la Palabra y a encontrarlo en los sacramentos; quiere decir aprender a conformar la propia voluntad con la suya. Se trata de una verdadera y propia escuela de formación para cuantos se preparan para el ministerio sacerdotal y para la vida consagrada, bajo la guía de las autoridades eclesiásticas competentes. El Señor no deja de llamar, en todas las edades de la vida, para compartir su misión y servir a la Iglesia en el ministerio ordenado y en la vida consagrada, y la Iglesia «está llamada a custodiar este don, a estimarlo y amarlo.




























































quarta-feira, 11 de maio de 2011

La Iglesia invita a desarrollar “una auténtica cultura de la acogida”




“Jesucristo murió por cada persona sin distinción alguna”


SYDNEY, miércoles 11 de mayo de 2011 (ZENIT.org).- Frente al fenómeno cada vez más difundido de las migraciones, es necesario promover “una auténtica cultura de la acogida”, sostiene el presidente del Consejo Pontificio para la Pastoral de Migrantes e Itinerantes, monseñor Antonio Maria Vegliò.
Australia tiene una población de cerca de 21 millones de habitantes, de los que unos 5 millones son trabajadores migrantes, 22.500 refugiados y 2.350 solicitantes de asilo.
“La migración no es una elección fácil”
Frente a este fenómeno, la Iglesia siempre ha sido solícita, como demuestra la Instrucción Erga migrantes caritas Christi, en la que se ofrecen las respuestas eclesiales “a los retos y a los riesgos que presentan las migraciones actuales”.
“La Iglesia quiere estar allí donde están los migrantes, para compartir con ellos las alegrías y esperanzas, así como el dolor y los sufrimientos de la migración”,
“La ayuda humanitaria y la solidaridad, la acción social y la defensa, la formación y la formación cristiana, son todas partes del ministerio de la Iglesia entre cuantos están implicados en la movilidad humana”
, observó. “No son otra cosa que diversas expresiones de su misión fundamental: la proclamación de la Buena Noticia de que Dios es amor”.

Para Monseñor Vegliò, “una auténtica cultura de la acogida acepta los valores realmente humanos de los inmigrantes por encima de toda dificultad provocada por el hecho de vivir junto a personas distintas”, y “no hace ninguna distinción entre migrantes, refugiados u otras personas desplazadas, sea cual sea la nacionalidad, el color y el credo”.
La acogida, de hecho, “se basa en el amor por Cristo, en la certeza de que el bien hecho por amor a Dios a nuestro prójimo, sobre todo al más necesitado, se le hace a Él”.

Cuando una persona comienza a pensar en la emigración, es importante proporcionar “las informaciones correctas sobre los posibles países de destino: las leyes, y no sólo la legislación laboral, las costumbres, las tradiciones religiosas, las condiciones existentes relativas a la libertad y a la democracia...”.


Cuando una persona decide emigrar o pedir asilo, es también necesario “animarla a contactar a la Iglesia y sus estructuras y organizaciones en el país de destino, donde es posible valerse de asistencia pastoral, incluida la asistencia social y legal, si es necesaria”.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Toque Profundo - Extranjero

De camino a la universidad me percaté de que un grupo de personas, militares específicamente, se estaban dando a la tarea de capturar a todos los haitianos que circulaban por tal avenida y me sorprendió demasiado al ver esa imagen tan cruel y denigrante que los dominicanos estamos escenificando. No tenemos un plan de inmigrantes, no hay ninguna estrategia de gobierno en cuanto a extranjeros se refiere, la frontera es un comercio en el que un grupo de generales y civiles tienen el negocio de su vida jugando con la dignidad y el estilo de vida mísero que les ha tocado vivir a aquellas personas y me pregunto. ¿Cómo me sentiría yo si trataran así a mis familiares y amigos que como ellos han emigrado a otros países en busca de mejor vida? Piensa también en tu familia que está en Estados Unidos, España, Alemania, Puerto Rico..... y pídele a Dios que los traten como lo que son, como humanos.

El no exigirle al gobierno una política migratoria nos hace partícipes de tal barbarie. Ellos al igual que nosotros necesitan vivir y encontrar un espacio mínimo de subsistencia. Cuando veas una escena como esta no te quedes callado y mires hacia otro lado, es nuestra realidad y debemos enfrentarla.

Piensa en ellos, piensa en los tuyos, piensa en que tú algún día puedas ser también un VIAJERO. ¡Vete y haz tu lo mismo!

segunda-feira, 9 de maio de 2011

NO NOS ENVÍES COBARDES

SEÑOR:
No nos envíes cobardes,
que un día dice sí
y a la vuelta del primer surco dejan al arado.



Envíanos operarios de una sola palabra.
Como Tú los quieres, Señor.


Gente noble como Pedro, que te amen de veras
Personas limpias como Juan, que te acompañen siempre.
Corazones ardientes como Pablo, que recorran el mundo.


No entregues la semilla de tu palabra
a los cobardes ni a los temerosos.



Busca pronto gente valiente que no tema a la muerte,
para que todo el mundo llegue a conocerte.



Necesitamos, Señor, corazones enteros,
incapaces de dividirse entre el mundo y tu Iglesia.
Y Tú, que nos conoces a todos,
puedes elegir a los que precisas para tu reino
y a los que sean capaces de hacer crecer tu Iglesia.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

1 DE MAYO BEATIFICACIÓN DE JUAN PABLO II.




Reflexión de la homilia del Papa Benedicto en la Beatificación de Juan Pablo II.



Dichosos los que crean sin haber visto» (Jn 20, 29). En el evangelio de hoy, Jesús pronuncia esta bienaventuranza: la bienaventuranza de la fe. Nos concierne de un modo particular, porque estamos reunidos precisamente para celebrar una beatificación, y más aún porque hoy un Papa ha sido proclamado Beato, un Sucesor de Pedro, llamado a confirmar en la fe a los hermanos.

Juan Pablo II es beato por su fe, fuerte y generosa, apostólica. E inmediatamente recordamos otra bienaventuranza: «¡Dichoso tú, Simón, hijo de Jonás!, porque eso no te lo ha revelado nadie de carne y hueso, sino mi Padre que está en el cielo» (Mt 16, 17). ¿Qué es lo que el Padre celestial reveló a Simón? Que Jesús es el Cristo, el Hijo del Dios vivo. Por esta fe Simón se convierte en «Pedro», la roca sobre la que Jesús edifica su Iglesia. La bienaventuranza eterna de Juan Pablo II, que la Iglesia tiene el gozo de proclamar hoy, está incluida en estas palabras de Cristo: «Dichoso, tú, Simón» y «Dichosos los que crean sin haber visto». Ésta es la bienaventuranza de la fe, que también Juan Pablo II recibió de Dios Padre, como un don para la edificación de la Iglesia de Cristo.).


La bienaventuranza de la fe tiene su modelo en María, y todos nos alegramos de que la beatificación de Juan Pablo II tenga lugar en el primer día del mes mariano, bajo la mirada maternal de Aquella que, con su fe, sostuvo la fe de los Apóstoles, y sostiene continuamente la fe de sus sucesores, especialmente de los que han sido llamados a ocupar la cátedra de Pedro. María no aparece en las narraciones de la resurrección de Cristo, pero su presencia está como oculta en todas partes: ella es la Madre a la que Jesús confió cada uno de los discípulos y toda la comunidad. De modo particular, notamos que la presencia efectiva y materna de María ha sido registrada por san Juan y san Lucas en los contextos que preceden a los del evangelio de hoy y de la primera lectura: en la narración de la muerte de Jesús, donde María aparece al pie de la cruz (cf. Jn 19, 25); y al comienzo de los Hechos de los Apóstoles, que la presentan en medio de los discípulos reunidos en oración en el cenáculo (cf. Hch. 1, 14).

Queridos hermanos y hermanas, hoy resplandece ante nuestros ojos, bajo la plena luz espiritual de Cristo resucitado, la figura amada y venerada de Juan Pablo II. Hoy, su nombre se añade a la multitud de santos y beatos que él proclamó durante sus casi 27 años de pontificado, recordando con fuerza la vocación universal a la medida alta de la vida cristiana, a la santidad, como afirma la Constitución conciliar sobre la Iglesia Lumen gentium. Todos los miembros del Pueblo de Dios –obispos, sacerdotes, diáconos, fieles laicos, religiosos, religiosas– estamos en camino hacia la patria celestial, donde nos ha precedido la Virgen María, asociada de modo singular y perfecto al misterio de Cristo y de la Iglesia. Karol Wojtyła, primero como Obispo Auxiliar y después como Arzobispo de Cracovia, participó en el Concilio Vaticano II y sabía que dedicar a María el último capítulo del Documento sobre la Iglesia significaba poner a la Madre del Redentor como imagen y modelo de santidad para todos los cristianos y para la Iglesia entera.