terça-feira, 20 de setembro de 2011
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
sonho de migrante

Somos todos estrangeiros
Em busca do pão e paz
Somos fiéis companheiros.
João Batista Scalabrini
Certo dia em Milão
Ao ver o povo migrante
Vislumbrou nova missão.
Sua força de profeta
Uma estrela colocou
No horizonte do migrante
E seu rumo iluminou.
Em cada lugar
Uma estação de Milão
A nos recordar
O apelo da migração
Ser fraternidade
Sal luz e semente
Que brota nos povos
De todos os continentes.
Em cada lugar
Abra o seu coração
Para libertar do sofrimento o irmão.
Quem parte leva consigo
Um pouco do chão para formar um mundo unido feito em mutirão.
Hoje a América é o mundo, de tanto homens sem terra,
oprimidos pela fome o marcados pela guerra,
mas no sonho do migrante, a fé vence o cansaço,
nos olhos tem esperança e futuro em seus passos,
que nas cores do arco-íris nasça uma só bandeira e
com Cristo Peregrino uma pátria sem fronteiras.
domingo, 11 de setembro de 2011
Madre Assunta Marchetti
Esse processo foi aberto e encerrado na Arquidiocese de São Paulo, entre os anos de 1987 a 1992. Atualmente, continua em andamento em Roma, já em uma fase bastante adiantada, na Congregação pa ra as Causas dos Santos. Em 17 de setembro de 2010, os Teólogos Consultores deram parecer afirmativo sobre a heroicidade das virtudes da S. D. Madre Assunta Marchetti.
Para o dia 18 de outubro de 2011, Cardeais e Bispos da Congregação para as Causas dos Santos fará a análise do processo, para comprovar e dar o parecer sobre a heroicidade das virtudes de Madre Assunta. Em vários países e, sobretudo, aqui no Brasil, onde ela viveu durante 53 anos, muitas pessoas vêm alcançando graças através de sua intercessão junto a Deus, e todos esperam com grande expectativa por este momento de graça para a Igreja.
A história de Madre Assunta Marchetti começa em 1895, quando Padre José Marchetti, seu irmão e sacerdote missionário que acompanhava aos imigrantes italianos na sua travessia rumo ao Brasil, sentiu a necessidade de fundar um orfanato para atender as crianças e jovens órfãos, filhos de imigrantes que perambulavam pelas ruas de São Paulo . Neste mesmo ano, Padre Marchetti regressa a Itália e pede ajuda a sua irmã que já alimentava o sonho de se tornar religiosa Carmelita em sua cidade natal, na Itália.
Assunta percebeu naquele momento a mão de Deus que lhe pedia assumir este desafio missionário e aceitou vir ao Brasil. Junto com ela, duas outras jovens, e sua mãe, na ocasião viúva, foram apresentadas ao Bispo Scalabrini e passaram a constituir o primeiro grupo das Irmãs Missionárias de São Carlos Borromeo, Scalabrinianas. Para as crianças, ela era a "mãe", a costureira, a enfermeira, a cozinheira. Para as Irmãs das quais foi Superiora e Madre Geral era o exemplo que acolhia e amparava.
Madre Assunta faleceu em 01 de julho de 1948, no Orfanato Cristóvão Colombo, em Vila Prudente, São Paulo, onde dedicou totalmente sua vida a serviço dos órfãos e migrantes mais pobres e necessitados, por longos anos.
Depois de 115 anos de seu nascimento, seu testemunho continua ecoando em nosso meio como a mãe dos órfãos e dos migrantes. Em sua homenagem, o abrigo existente no bairro de Vila Prudente, em São Paulo, hoje é chamado "Casa Madre Assunta Marchetti", espaço onde as Irmãs Scalabrinianas continuam atendendo a crianças e adolescentes órfãos e de famílias que se encontram em situação de vulnerabilidade social.
A Congregação das Irmãs Missionárias Scalabrinianas e todos que a conheceram alimentam a esperança de que, muito em breve, serão reconhecidas as virtudes e a santidade da Madre Assunta Marchetti.
sábado, 10 de setembro de 2011
ESCUCHAR LA PALABRA PARA VIVIRLA
La lectura orante de la Biblia es el mejor camino para encontrarnos con la Palabra viva de Dios.En efecto, la Palabra de Dios es viva y eficaz, más penetrante que espada de doble filo. Penetra hasta la raíz del alma y del espíritu, sondeando los huesos y los tuétanos para probar los deseos y los pensamientos más íntimos. Toda criatura es transparente ante ella; todo queda desnudo y al descubierto a los ojos de Aquel al que debemos dar cuentas . Heb. 4, 12-13
Palabra que nos libera de nuestros egoísmos y nos amplía la mirada para ver el mundo con los ojos de Dios, y así poder comprometernos con firmeza, perseverancia y alegría en la transformación de este mundo en el proyecto de Dios: su Reino.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Santas Missiões Scalabrinianas
15 a 23 de Outubro
Tema: Discípulos e missionários de Jesus Peregrino
Lema: "Eu era peregrino e tu me acolheste" mt 25,35
O que é são as Santas Missões Scalabrinianas?
As Santas Missões Scalabrinianas “é o tempo favorável, tempo de salvação” (2Cor 6,2). É um tempo de graça (kairós) onde somos chamados a intensificar a nossa vivência em comunhão e em comunidade, participando das atividades missionárias.
Porque Santas?
São Santas porque continua a missão de Jesus Cristo, o Santo, o Consagrado, o Ungido pelo Espírito Santo. Inspiram-se no ministério de Jesus da Galiléia, nos conteúdos, na pedagogia e nas atitudes: “O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me ungiu para evangelizar os pobres... E enviou-me para proclamar um ano de graça do Senhor” Lc 4, 18-19
Porque Missões?
A missão é necessária porque há ainda muitas pessoas que não conhecem Jesus Cristo e a proposta do amor, da vida em abundância e a salvação. É necessária também porque Jesus, o missionário por excelência, disse: “Eu vos envio para anunciar a boa nova a todas as criaturas” (Mt 28, 19-20)
Porque Scalabrinianas?
Porque é uma atividade promovida e desenvolvida pelos Padres, Irmãs e Leigos da Congregação dos Missionários e Missionárias de São Carlos Scalabrinianas (os), que seguindo o espírito do Bem-aventurado João Batista Scalabrini tem por carisma a atenção aos migrantes através do serviço evangélico e missionário, preferencialmente aos pobres e necessitados.
O que acontecerá nas Santas Missões Scalabrinianas?
Durante as Santas Missões Scalabrinianas haverá visitas e bênçãos às famílias, encontros de oração, celebrações eucarísticas, encontros com casais, encontros com adolescentes e jovens, visitas as escolas, atendimento espiritual e confissões.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
La Política sin principios, el Placer sin compromiso, la Riqueza sin trabajo, la Sabiduría sin carácter, los Negocios sin moral, la Ciencia sin humanidad y la Oración sin caridad. La vida me ha enseñado que la gente es amable, si yo soy amable; que las personas están tristes, si estoy triste; que todos me quieren, si yo los quiero; que todos son malos, si yo los odio; que hay caras sonrientes, si les sonrío; que hay caras amargas, si estoy amargado; que el mundo está feliz, si yo soy feliz; que la gente es enojona, si yo soy enojón; que las personas son agradecidas, si yo soy agradecido. La vida es como un espejo: Si sonrío, el espejo me devuelve la sonrisa. La actitud que tome frente a la vida, es la misma que la vida tomará ante mí.
"El que quiera ser amado, que ame".
la unica razon porque eres feliz
es porque tu decides ser feliz
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
domingo, 21 de agosto de 2011
El Papa habla con los jóvenes de tú a tú
MADRID, sábado 20 de agosto de 2011. Se sentaron alrededor de la misma mesa: el Papa rodeado por 12 jóvenes, en representación de los cinco continentes, y dos chicos en nombre de España, el país que hospeda a la JMJ.
“Los doce jóvenes eran todos voluntarios de la Jornada Mundial de la Juventud, y fueron sorteados, no hubo ningún 'enchufe'”, explicó sonriendo ayer el portavoz de la Santa Sede, el padre Federico Lombardi, SI, durante la rueda de prensa convocada en el Palacio de Congresos de Madrid.
No sólo en la comida: también se sortearon los tres jóvenes que hoy por la mañana se confiesan con el Papa, en el Parque del Retiro.
Un episodio simpático, explicó Lombardi, fue el del joven francés Olivier Richard, casado hace apenas dos meses, que obtuvo así poder llevar consigo a su esposa Alexandra, para saludar al Papa al final de la comida.
"Nos habló de las nuevas tecnologías, de Facebook, y nos dijo que la Iglesia comunica desde hace dos mil años y hoy debe estar presente también en el ágora virtual, usando para el anuncio del Evangelio también estos instrumentos nuevos”, explicó el joven.
"Todos los doce comensales hablaron con el Papa, contando los sentimientos y emociones que están viviendo al participar en la JMJ, llevando también los de todos los jóvenes del país a los que representaban", añadió el padre Lombardi. "El Papa escuchó a cada uno de ellos, y privilegió la escucha más que la palabra”.
El ecuatoriano Juan Carlos Piedra Calderon fue. con 33 años, el más mayor del grupo. “Hablamos con el Papa en italiano, inglés, español y francés", dijo. "Conté a Benedicto XVI la situación de los jóvenes en América Latina, le expliqué que buscan aún a Jesucristo, aunque hay muchas dificultades. El Papa me prometió oraciones por los jóvenes latinoamericanos y me dijo que apreciaba el análisis que había hecho".
El menú fue ligero: "Verduras y legumbres, pescado, un helado. Pero yo casi no comí nada, porque estaba muy emocionada”, reveló Aurora Maria Almagro, española de 21 años, procedente de Murcia. “El Papa – añadió – hizo de todo para hacernos sentir a gusto".
Por Serena Sartini
19 de Agosto Satisfacción del Papa por la marcha de la JMJ, asegura Lombardi
Lombardi destacó también la buena acogida por parte de las autoridades, especialmente de la Familia Real española, pero sobre todo el clima de alegría y de fiesta que reina en la capital.
El director de la Sala de prensa de la Santa Sede quiso destacar dos momentos clave de esta Jornada Mundial de la Juventud, ambos, subrayó, “originales” respecto a las JMJ precedentes.
En primer lugar, quiso subrayar la importancia del encuentro mantenido hoy por la mañana con jóvenes profesores universitarios en el Monasterio de El Escorial, que remite al precedente de Ratisbona.
Este discurso de hoy del Papa, que Lombardi calificó de “grande”, ha sido “coherente con su figura de hombre de ciencia y de reflexión”, y en él “ha logrado integrar otros grandes discursos suyos sobre la relación entre la ciencia y la fe”.
“No recuerdo un discurso tan hermoso, tan fuerte como este del Santo Padre, precisamente sobre el tema de la formación integral del hombre”, aseguró.
En segundo lugar, se refirió a la celebración, esta tarde, del Via Crucis en las calles de Madrid.
Si bien el rezo del Via Crucis se ha realizado ya en otras Jornadas Mundiales de la Juventud, el director de la Sala de Prensa destacó la importancia de la presencia de los pasos procesionales de la Semana Santa, piezas de enorme valor histórico y artístico.
Respecto al número final de participantes, el padre Lombardi habló de entre un millón y un millón y medio de peregrinos, mientrasYago de la Cierva, jefe de la organización de la JMJ, precisó que, para la organización, el éxito “para nosotros no está tanto en el número de participantes como el grado y la intensidad de la participación.
Los inscritos, afirmó, suman alrededor de 430.000, además de 30.000 voluntarios y cientos de obispos de todo el mundo. Por otro lado, “la experiencia de las JMJ anteriores muestra que lo habitual es que la cifra real sea tres veces mayor que el número de inscripciones”.
Otro aspecto que quiso destacar De la Cierva, en continuidad con las anteriores citas mundiales de jóvenes, fue el carácter “pacífico” y “sin incidentes” de las concentraciones, como tono general del ambiente que se vive estos días en Madrid.
Lombardi destacó el “clima familiar” del encuentro entre el Papa y la familia real española, celebrado esta mañana en el Palacio de la Zarzuela, y especialmente con los infantes, los dos hijos de doña Elena y las dos hijas del Príncipe de Asturias, que le regalaron dibujos hechos por ellas mismas al Pontífice.
Respecto a los encuentros previstos con el actual presidente del Gobierno, José Luis Rodríguez Zapatero, y con el líder de la oposición, Mariano Rajoy, el padre Lombardi, ante las preguntas de los periodistas, reiteró que no existe una “agenda”, pues se trata de encuentros de cortesía, “independientemente de que se traten de forma informal” algunos temas de interés común o de actualidad.
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
José Cristo Rey García Paredes, cmf
La Jornada Mundial de la Juventud es un gran acontecimiento eclesial. Su celebración se debe a la iniciativa del Papa beato Juan Pablo II. En sus diversas ediciones se ha convertido en un momento de inspiración, creatividad artística, espiritualidad, encuentro entre jóvenes de todos los continentes. Ha suscitado un voluntariado que llama la atención y una capacidad organizativa admirable. Quienes participan en el evento muestran, en principio, la voluntad de vivirlo en todas sus dimensiones. No obstante, la JMJ es objeto de diversas lecturas: unas a favor, otras en contra. He sentido la necesidad de hacer de ella una lectura apocalíptica. El Apocalipsis es la última Palabra de Dios, en la cual el Espíritu nos ofrece las claves para interpretar proféticamente los acontecimientos históricos. Y éste es uno de ellos.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Jesús Sanz Montes, ofm.
En estos días hemos visto a jóvenes asesinados por otro joven enloquecido en una isla junto a Oslo, en Noruega. Otros se han acampado en medio de las plazas de ciudades para reivindicar su particular decálogo, que oscila entre la justa y fresca aspiración a que las cosas sean distintas, y la revolución en nombre de la nada y del hastío. Otros se mueven de acá para allá buscadores inquietos pero tal vez sin norte y sin maestros, y como decía el Quijote deambulan sin saber de dónde vienen y sin saber a dónde van. Pero también hay otros que no van segando la vida de nadie, ni están en las movidas que terminan por llenarte de vacío, ni tampoco se agitan por entusiasmos de corto recorrido con dichas que duran lo que tarda un suspiro bebido, movido o fumado.
Sí, hay otros jóvenes, no pocos, que están en los últimos momentos de preparación para el encuentro con el Papa Benedicto XVI en la JMJ, la Jornada Mundial de la Juventud. ¡Qué contraste de vaivenes, de posturas, de ideales! Siempre impresiona el hecho de que un grupo de más de un millón y medio de jóvenes, vengan a escuchar a un anciano octogenario que no les va a cantar ningún rap, ni a demostrar su resistencia física en un deporte de moda, ni a engatusar con una ocurrencia de revolución de medio pelo, sino que les va a hablar del Evangelio, de Jesucristo vivo, de la Iglesia de Dios.
Hay algo en el corazón del joven que se resiste y hasta se rebela. Benedicto XVI recuerda en su mensaje para la JMJ de este año en Madrid dentro de unos días ya, que el «tiempo de la juventud sigue siendo la edad en la que se busca una vida más grande. Al pensar en mis años de entonces, sencillamente, no queríamos perdernos en la mediocridad de la vida aburguesada. Queríamos lo que era grande, nuevo. Queríamos encontrar la vida misma en su inmensidad y belleza».
Sí, esta es la gran diferencia que hace distintos a unos jóvenes y a otros de una misma generación. No censurar la grandeza que les palpita por dentro, no acabar en un aburguesamiento que termina por domesticar las revoluciones que eran mentira. Con toda su inmensidad bella, con toda su grandeza nueva, hay algo que en el joven de cualquier edad, siempre se manifiesta como un reclamo que le surge de lo más verdadero y puro del corazón.
Porque ¿cuáles son los valores, las aspiraciones, las metas de una juventud diferente? El Papa lo apunta en ese mensaje con toda una carga de humilde realismo y de apasionada confesión: «Desear algo más que la cotidianidad regular de un empleo seguro y sentir el anhelo de lo que es realmente grande forma parte del ser joven. ¿Se trata sólo de un sueño vacío que se desvanece cuando uno se hace adulto? No, el hombre en verdad está creado para lo que es grande, para el infinito. Cualquier otra cosa es insuficiente. San Agustín tenía razón: nuestro corazón está inquieto, hasta que no descansa en Ti El deseo de la vida más grande es un signo de que Él nos ha creado, de que llevamos su “huella”. Dios es vida, y cada criatura tiende a la vida; en un modo único y especial, la persona humana, hecha a imagen de Dios, aspira al amor, a la alegría y a la paz. Entonces comprendemos que es un contrasentido pretender eliminar a Dios para que el hombre viva».
domingo, 14 de agosto de 2011
NO TENGAS MIEDO DE DECIDIRTE
sábado, 13 de agosto de 2011
JOVENES EN LA JMJ 2011
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Jornada Mundial de la Juventud comienza este martes en Madrid.
La programación de estos días varía de unos lugares a otros. Se realizarán "actividades culturales, visitas históricas, momentos de fiesta, oración, así como celebración en santuarios que son parte de la identidad religiosa local”, de acuerdo con la organización del programa en las diócesis. Esta iniciativa de momentos previos comenzó en 1997 en la JMJ de París. El objetivo es que todo el país participe de la acogida a los peregrinos.
La Jornada Mundial de la Juventud está estructurada en tres áreas: actos centrales, catequesis de obispos y programa cultural. Las catequesis ocurrirán desde miércoles (17) hasta el viernes (19), siempre a las 10 horas de la mañana. Cada día habrá un obispo diferente en cada lugar con el idioma correspondiente. Estos momentos se realizarán en colegios, iglesias, auditorios de Madrid. De este modo, a los peregrinos se les indica que comparezcan a la catequesis más cercana de su alojamiento.
La parte cultural está abierta a todo público, pero los participantes acreditados tendrán preferencia en lugares con capacidad limitada. Los momentos culturales se realizarán cuando no coincidan con los actos principales de la JMJ. La programación incluye conciertos, exposiciones, muestras, visitas guiadas a museos, obras de teatro, entre otras opciones.
Casi todos los actos centrales serán presididos por el Papa, con excepción de la misa inaugural.